quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Paulinho vereador e a sua notável proposta para o Distrito de Alfredo Guedes

Agora sim temos realmente com quem contar para legitimar certos serviços para o nosso distrito.
O vereador Paulinho, esteve por aqui dias atrás, questionando de casa em casa o que de fato é mais importante para a população guedense, no que se refere ao serviço e atendimento públicos.
Viva o Paulinho Victaliano!
A proposta do incansável edil é de adequações no orçamento para a proposição de Serviço 24 horas na Unidade de Saúde Victório Boso, em Alfredo Guedes.
Corretíssimo, já que a ambulância perambula pelo Guedes, ora aqui e ora ali, porém sem a devida presença da tão falada equipe de resgate.
Corretíssimo, insisto, pelo fato de que agora estamos cientes de que há sim verba para tal investimento, basta que se aplique de modo coerente e produtivo, e não se esbanje futilidades e cargos.
A população aguarda ansiosamente pelo desfecho da corajosa proposta e promete comparecer na Câmara para apreciar e ver de perto a votação dos vereadores.
Acompanhar essa decisão bem de perto, é necessário para saber quem são os vereadores que conhecem mesmo as nossas necessidades.
É importante para sabermos quem vota a favor da nossa saúde e quem vota contra o nosso povo.
É importante para as decisões do eleitorado guedense, que embora pequeno não é nada desprezível no cômputo geral na hora de dizer quem fica e quem segue; quem entra e quem sai.
Esperamos bom senso e responsabilidade. Esperamos compromisso e comprometimento verdadeiros.
Esperamos dos nobres edis uma postura de vontade política como a que o vereador Paulo Victaliano assumiu.
Assim sendo, não esperamos nada além daquilo que é obrigacional por parte do Legislativo, que é a observação, regulação, fiscalização do dinheiro para a devida execução do serviço público.
Vamos acompanhar de pertinho e divulgar os passos dados.

                                                                                             guardiadelendas.blogspot.com
                                                                                             Célia Motta.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Judiação

Não é difícil prever o desfecho da atual situação:
"a ambulância está aqui parada"
Diria talvez o nosso secretário, que o município precisa muito mais do que o distrito... tudo é questão de demanda, seria talvez essa a sua opinião.
Estatísticas amparariam essa afirmação, como também garantiriam a nossa segurança e a nossa prevenção?
Não! Dizemos nós, moradores.

Morramos por falta de socorro rápido, como bebês já se foram, como Joelmas, Roselis e Clarices não conseguiram esperar.
"São as agruras de quem opta por viver aqui"
Talvez queira o secretário que pensemos assim.
Não! Não nos impregnará com a sua falta de conhecimento e o seu descomprometimento. Não nos driblará com seu jogo de bola vazia e chutes ineptos.

Sabemos nós que o papel dele seria cuidar do Distrito. Muito mais e muito melhor do que todos os outros do passado cuidaram, já que para ele foi criada uma secretaria. Engana somente os que gostam de ser enganados.

É a posição equivocadíssima e desinformada do dono da bola que não rola, que administra sem entender de administração, que se deixou prender na fala que desconstitui os deveres do poder público, fala mais uma vez incauta, que andou circulando num certo vazamento de águas fétidas de um túnel de voz. Posição lamentável para nós.

Equipe de socorro, é coisa muito cara... vou esperar a poeira voltar ao chão...até que se acalmem os ânimos em aflição... mais tarde eu entrego novamente o veículo ao município, afinal sou eu quem tomo a decisão... assim que parar a reivindicação... lá na cidade precisam mais, e aqui ela está inutilizada... vai deteriorar, judiação! Falta a equipe de resgate, isso é coisa muito cara, ressurge a resposta sem justificação... Alfredo Guedes não precisa de socorro rápido... havendo a necessidade o povo espera o veículo de Lençóis Paulista. Há de dar tempo, rezarão!
Por acaso não nos é dado algum tipo de isenção?
Não.
E o povo do distrito? 
Judiação.
Há quem chame de revolta, por conta de eu ser mulher, negra, funcionária pública (com muita honra!) e oposição. Eu chamo de reflexão.

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                                                         Célia Motta.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

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E agora a ambulância está conosco, na nossa unidade de saúde.
Entretanto, sem uso, pois ainda nos falta a equipe de resgate. A população aguarda pela devida efetivação dos serviços.

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                                                                   Célia Motta

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Cadê a ambulância?

E na onda das notícias que são , mas nem tanto; na onda das coisas que poderiam ser, talvez algum dia; na onda, pela centésima vez, das coisas que o Distrito "ganha" mas não "leva"... eis os absurdos que deveriam brotar vergonha na Casa de Leis:
Nas redes sociais e do lado de dentro de todos os portões das moradias de Alfredo Guedes, talvez até nos imóveis públicos ocupados, circularam aos quatro ventos e a todo vapor, pela nau do legislativo (óh!); panfletos de uma publicidade marqueteira que ao final de tudo, não vingou:
Dois parlamentares davam conta da entrega de uma belíssima ambulância para Alfredo Guedes.


Mas, os entretantos e os pormenores não viabilizaram a efetivação do negócio:
NÃO HÁ EQUIPES DE RESGATE TREINADAS PARA SE EFETIVAR A ENTREGA DO VEÍCULO QUE A PRIORI, FICARÁ NA REALIDADE, EM LENÇÓIS PAULISTA.
Falsas notícias que vão nos enredando nas artimanhas dos politiqueiros que deturpam a política e colocam descrédito e desconfiança nos ideais do eleitorado.
Situações dessa falta de calibre desencadeiam o desdém pela escolha de gestores... é a falácia pública.
De temores em temores Alfredo Guedes vai sobrevivendo aos trancos e barrancos.
Ademais, ainda que estando no Distrito, nenhum dos parlamentares nem pensou em investigar as INVASÕES dos imóveis PÚBLICOS do Distrito?
É o cúmulo do absurdo. Muito mais do que ir atrás de verbas, o papel constitucional de vocês É FISCALIZAR. Parem de inércia e digam a que foi que foi que vieram.
Paira a seguinte dúvida entre nós guedenses: isso saiu de um dos Contos da Carochinha ou foi lançado da Caixa de Pandora?

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                                                                          Célia Motta.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

"Na terra de Abrantes, o que configura (ou não) invasão"

E nos escondidos recônditos dessa estranha nação, face a ineficiente política pública de habitação, vejamos as prováveis alegações para uma mesma questão:

-Para justificar certas circunstâncias: O IMÓVEL ATENDE A SUA FUNÇÃO SOCIAL? NÃO!
Ou...
-Para olhares atentos que observam tudo o que vem ocorrendo no local, vê-se as claras que NÃO HOUVE INVASÃO. Sem arrombamentos, sem maçanetas ou janelas quebradas, nem nenhum tipo de violência empregada, configura sim, PREVARICAÇÃO.

O mesmo se deu com o tal restaurante do Quartel de Abrantes.
Chaves caem do céu em lugar oportuno e certeiro!
Óh! Reduto de memórias, transformado em vil celeiro.
Acordos pitorescos "permitem" situações atípicas por meses e meses sem a devida comunicação ao poder público. Para que mesmo serve a tal Secretaria? Ou seria, para "quem" serve a tal Secretaria...
No passado, sem esse gasto extra da inócua Secretaria que não existia, a nossa população jamais tanto escândalo via.
É a lei amparando as infrações, para que tudo permaneça como dantes.
São as nomeações improdutivas na terra de Abrantes.

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                                                    Célia Motta,
                                                    estupefata, cidadã guedense.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

#ogritodoDistrito

E um dia a guardiã parou de sussurrar poesias.
Os ventos então, cresceram e viraram ventanias, traziam palavras e segredos sombrios, contos horrorosos... homens assombrosos transformavam as nossas lendas em trevas e sombras.
Desde os dias em que a nossa história e a nossa cultura começaram a empobrecer. Desde o dia que o quilate de nossos valores começaram a ruir.
A ruína começara quando o predador tomara posse das nossas minas de preciosidades.
O caos começara a partir do dia em que a Raposa recebera a tarefa de cuidar do galinheiro.
Tudo agora é desolação e ilegalidade.
Prédios públicos virando moradia.
A história e a memória servindo a interesses particulares.
Materiais públicos recicláveis, destinados aos interesses privados.
A madrugada denuncia conluios noturnos, enredos de irregularidades, parcerias escusas de dúbios interesses.
As barganhas multiplicam-se pelos cantos.
Tudo pode.
Como pode?
Perguntando isso a tantos e tantas, ninguém sabe responder.
O que segura toda a disparidade do lacaio sem em nada mexer?
O que será que dita e sustenta toda a desordem e todo o retrocesso?
Que diabos desencadeiam tanta vista grossa?
Que diabos normalizam a podridão dos poderes?
Que diabos normatizam a ausência de normas?
Que diabos viabilizam a quebra do direito?
Ninguém responde.
Ninguém sabe... eu também não sei.
Só se sabe que assim é por aqui.
                                                                                        guardiadelendas.blogspot.com
                                                                                        Célia Motta





segunda-feira, 2 de setembro de 2019

"Eu só sei que era assim"


Era uma vez uma terra de ninguém.
Era uma vez gente que apoiava, pois via algum benefício no poder de quem os ludibriava.
Era uma vez a vergonha medonha.
Era uma vez a negligência estabelecida.
Era uma vez o estridente som do desmando.
Era uma vez uma invasão. Era uma vez outra invasão.
Era uma vez o esquecimento do pedido de reintegração.
Era uma vez a barganha.
Era uma vez a lambança.
Era uma vez o sumiço de materiais públicos, era uma vez tornar isso público.
Era uma vez o estabelecer do medo.
Era uma vez a imposição do silêncio.
Quanta peçonha.
Era uma vez... era uma vez... um dia será a vez em que se aguardará o cair da casa, o ruir dos poderes e a cascata dos dentes.
Era uma vez a ameaça.
Era uma vez a trapaça.
Lá na frente, ficará para a história somente o "era uma vez".

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                                                                                         Célia Motta.